Preso entre as muralhas de pedra do pavilhão
Dentro da torre do castelo minha alegria some
Toda minha vida eu vivi na solidão
Não ter liberdade de expressão me consome...
Preso nesta pasárgada conheci diversas pessoas...
Eu conheço todas pelo nome
Mas toda minha vida eu imaginei descere ir até lá, vivenciar lá..
Lá fora, como um alguem comum
Ter um dia ao solbastaria apenas um fora do meu reinado
Se em uma ocasião qualquer eu sair
Com eles quero estar, com eles quero ir aonde der.
Lá fora todos são morenos, brancos e casais
Os seus rostos dizem o que sentem:Brigam, xingam,
levam vidas tão normais
E essa é a vida que me cairia bem...
Digo amém, se tiver que os esperar tudo bem, viverei
Me libertarei se deus quiser...